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Tendências da Engenharia na LATAM em 2026: por que a excelência será o novo padrão

  • Foto do escritor: Luis Kazuo Nishi
    Luis Kazuo Nishi
  • há 1 dia
  • 3 min de leitura
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Enquanto as tecnologias emergentes aceleram a transformação interna da engenharia, o que realmente molda o futuro do setor na América Latina são as forças econômicas, estruturais e estratégicas que determinam como o mercado irá evoluir. 


Em outras palavras: se as tecnologias definem o que é possível, as tendências regionais definem o que será necessário. E é nesse espaço que a engenharia premium se torna um diferencial competitivo indispensável. 

1. Aceleração de investimentos: a infraestrutura como pilar de competitividade 

A América Latina atravessa 2025 com um movimento claro: governos e investidores retomam o foco em infraestrutura, transporte, energia, saneamento e tecnologia impulsionados pela urgência de modernizar ativos críticos que impactam produtividade, segurança e continuidade operacional. No Brasil, por exemplo, o setor privado está projetado para responder por 72,2% dos investimentos em infraestrutura em 2025, com cerca de R$ 277,9 bilhões aplicados no ano.

 

Esse avanço reacende um ambiente de oportunidades em toda a região. Obras de grande porte voltam a ganhar escala e rigor, exigindo empresas capazes de navegar alta complexidade técnica, cumprir padrões rigorosos e garantir previsibilidade. É nesse cenário que se desenha a primeira grande tendência da engenharia para 2026: projetos que demandam maturidade de gestão, compliance e um padrão elevado de performance, algo que já não pode mais ser entregue por estruturas tradicionais. 


2. Infraestrutura digital e data centers: o avanço que redefine o papel da engenharia 

 

A transformação digital tornou-se um vetor de crescimento decisivo. O mercado latino-americano de data centers, estimado em US$ 7,16 bilhões em 2024, está em trajetória claras de expansão e deve superar os US$ 10 bilhões já em 2026, acompanhando a crescente adoção de cloud, IA e serviços digitais de missão crítica. 

No segmento de colocation, o movimento é igualmente expressivo: as projeções indicam crescimento acelerado ao longo da década, impulsionado pela demanda corporativa por resiliência operacional e infraestrutura de TI de alta confiabilidade. 

Em 2025, o volume de investimento estrangeiro no setor reforçou essa tendência, evidenciando a confiança no potencial de expansão da infraestrutura digital na região. Essa é uma das tendências mais relevantes para 2026: engenharia e tecnologia tornam-se indissociáveis, e empresas precisam dominar tanto a construção física quanto a compreensão profunda dos requisitos operacionais das aplicações hospedadas nestes ambientes críticos.  3. Sustentabilidade e transição energética: obras que precisam entregar eficiência real  A agenda ESG e a transição energética avançam com velocidade. Globalmente, a projeção é de que a participação das fontes renováveis na matriz elétrica salte de 32% em 2024 para 43% em 2030.

 

Esse movimento pressiona países e principalmente empresas de engenharia a adotar novas diretrizes de eficiência energética, uso racional de recursos e práticas sustentáveis que atendam ao rigor regulatório. 

Para 2026, isso representa uma mudança clara: projetos precisam nascer eficientes, sustentáveis e orientados para longo prazo, especialmente em setores intensivos em energia, como data centers, redes críticas e sistemas de transporte. 


4. Demanda por engenharia sofisticada: o fim do espaço para entregas medianas 


Com investimentos retomados e a convergência entre tecnologia, infraestrutura e sustentabilidade, cresce a exigência por projetos que não admitem falhas. Data centers, redes elétricas, sistemas de mobilidade, saneamento e infraestrutura urbana exigem padrões superiores de segurança, rastreabilidade, precisão técnica,  pontualidade nas entregas e governança


Essa é a quarta tendência marcante para 2026: o mercado passa a diferenciar engenharia tradicional de engenharia premium. A primeira executa. A segunda antecipa riscos, integra múltiplas disciplinas, garante conformidade e entrega confiabilidade operacional, algo indispensável para ativos críticos. 


Por que a Mendes Holler lidera essa nova era como Engenharia Premium LATAM 


Em 2026, não basta construir. É necessário entregar com excelência, consistência e visão. A Mendes Holler se posiciona como Engenharia Premium porque reúne, em uma única estrutura, os elementos que a nova fase da engenharia latino-americana exige: 


  • domínio técnico aliado à inovação; 

  • integração entre tecnologia, sustentabilidade e infraestrutura;  

  • governança e padronização de alto nível; 

  • capacidade de mitigar riscos e simplificar temas complexos; 

  • mentalidade de parceria de negócio, não apenas de execução.  


Entendemos as demandas críticas, regulatórias, técnicas e de prazo. Projetamos e executamos com precisão. E garantimos que cada solução entregue esteja alinhada com as normas locais,  um futuro em que a excelência não é diferencial, mas requisito. 


Essa é a engenharia de elite que a LATAM precisa para superar seus desafios estruturais e avançar com confiança. Essa é a Mendes Holler. 



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Luiz Kazuo - Diretor de negócios LATAM Mendes Holler Engenharia

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