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Não se trata de competir. Trata-se de complementar.

  • Foto do escritor: Mendes Holler
    Mendes Holler
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura


Liderança e governança feminina na engenharia  


Empresas extraordinárias não são construídas pela disputa de espaço.  São construídas pela soma de forças. 


Desde os primeiros anos, Elaine Parizotto, CFO da Mendes Holler, esteve presente como parte do alicerce estratégico que sustentou decisões, organizou crescimento e estruturou governança. Anos depois, ao tornar-se sócia e assumir oficialmente a posição de CFO, sua atuação consolidou aquilo que já era evidente: visão, disciplina e inteligência financeira são pilares de empresas que desejam crescer com consistência. 


Mas a força feminina dentro de um negócio não se resume a cargos, ela se revela na capacidade de integrar. 


Não se trata de competir. 

Trata-se de complementar. 


A liderança de Elaine representa organização estratégica, leitura de cenário e responsabilidade na tomada de decisão. Em um setor como o da engenharia de missão crítica, onde precisão é inegociável e planejamento é obrigatório, essa presença garante estrutura para que a excelência técnica floresça com segurança. 


A evolução da Mendes Holler também foi ampliada com a chegada de Thaís Mendes, Diretora de Marketing e Estratégia, alguns anos após a fundação da empresa. Sua contribuição não esteve no início da jornada, mas tornou-se determinante na consolidação do que a marca representa hoje: posicionamento forte, identidade clara e visão de mercado. 


Essa é a essência da complementaridade, enquanto a engenharia executa com precisão, a gestão financeira sustenta com solidez, e a estratégia projeta crescimento com direção. A presença feminina dentro da empresa conecta essas dimensões. 


A engenharia de infraestrutura crítica evoluiu ao longo das últimas décadas. Sistemas tornaram-se mais densos, interdependentes e sensíveis a decisões mal estruturadas. Com essa evolução, cresceu também a necessidade de lideranças capazes de integrar disciplinas, antecipar riscos e sustentar escolhas complexas ao longo do tempo. 


Nesse cenário, a presença feminina na alta gestão não representa ruptura, mas maturidade. 


Mulheres agregam visão sistêmica, fortalecem cultura organizacional, elevam o nível de governança e sustentam decisões com equilíbrio e firmeza. Não se trata de apenas ocupar espaço dentro de uma organização e sim elevar o padrão do espaço que se ocupa. 


Na Mendes Holler, a complementaridade entre técnica, finanças e estratégia construiu uma empresa mais madura, mais estruturada e mais preparada para desafios de alta complexidade. 


A força feminina não divide protagonismo, amplia capacidade, porque negócios de excelência não crescem por competição interna, crescem quando talentos distintos se respeitam, se integram e constroem juntos. 


E é nessa complementaridade que a Mendes Holler continua evoluindo. 

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